sábado, 5 de junho de 2010

Ipixuna do Pará sedia o II Fórum de Educação do MERCOSUL.

“AS POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE DOCENTES E A QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO MERCOSUL”
O Fórum Internacional de Educação do MERCOSUL teve início em 2007 e caracteriza-se por ser um espaço democrático e coletivo não governamental permanente de discussão, articulação, mobilização, cooperação e planejamento das atividades de pesquisa, ensino e extensão realizadas pelos agentes Institucionais (Órgãos Governamentais, empresas privadas e outras, Centros Especializados de Pesquisa Educacional e Instituições de Ensino Superior) envolvidos com as políticas públicas e programas de formação profissional e melhoria da qualidade educacional do MERCOSUL que incentivam e favorecem a formação de diversos profissionais e pesquisadores das diversas áreas do conhecimento científico.
É um evento de macro-estrutura que envolve, entre outros aspectos, a educação, enfocando as políticas públicas nacionais e internacionais que viabilizam a formação de um mercado educacional e laboral de atuação internacional, favorecendo com isto a abertura a mercados internacionais além das fronteiras do MERCOSUL. Dá origem a todo este processo o Acordo de Admissão de Títulos e Graus Universitários, firmado 14 de junho de 1999 por Argentina, Brasil Paraguai e Uruguai, e cada país baixando normas legislações específicas, no Brasil como o decreto presidencial 5.518 de agosto de 2005 e as atuais decisões do conselho do MERCOSUL Decisão nº 29/09 e posicionamentos favoráveis ou desfavoráveis das agencias de avaliação dos cursos Stricto Sensu de cada país, são fatores que vem a fomentar a discussão permanente a cerca de todas as questões políticas educacionais que estão atualmente ocorrendo nos países integrantes do Bloco Comum do Sul, e seus impactos no processo econômico e laboral em níveis nacionais e internacionais.
Esse conjunto de informações, oriundas dos diversos órgãos e institutos dos países membros do MERCOSUL afetam positivamente ou negativamente o olhar das universidades e institutos de pesquisas da Argentina, do Brasil, Paraguai e Uruguai que se utilizam de um discurso mais globalizante para tratar das conquistas, dificuldades, limites educativos deste processo nos países, interferindo de modo ímpar em todos os segmentos da sociedade possam a ela ter acesso.
No processo globalizante em que vivemos não se pode mais pensar a educação sem considerar inclusão de todos que constroem o processo educativo, estes por muito tempo, estiveram à margem do processo educacional que constroem, pois políticas excludentes e clientelistas os deixaram a margem de qualquer processo sócio-educativo.
Logo, a sociedade se vê forçada a buscar qualificação para atender a grande diversidade de pessoas que chegam às escolas, mesmo porque a exclusão a oportunidades educacionais é um tema que ao longo dos últimos cinco anos tem ocupado os bancos das academias como tema obrigatório à pesquisas, tanto de grades curriculares como de conhecimentos gerais entre as pessoas, não importando onde elas se encontrem.
Enfim, a partir da discussão profunda e clara de situações que fazem parte de nosso dia-a-dia, é possível pensar conjuntamente encaminhamentos práticos que levem a possíveis soluções, conseqüentes, persistentes e paulatinas para as lacunas que ainda existem e que absolutamente rutinizam o desenvolvimento da sociedade brasileira como mola emergente para o sucesso educacional na América do Sul e Latina.
Portanto, a constituição do II Fórum Internacional de Educação no MERCOSUL surge como natural e necessária no contexto que ora apresenta-se no cenário nacional e internacional. Assim, torna-se ímpar a participação de representantes todos os segmentos políticos e educacionais que compõem o Bloco Comum do Sul, o debate torna-se político-social, pois, a integração de políticas educativas responsáveis, consistentes e inovadoras fará com que seja construído um caminho sólido rumo a uma educação de altíssima qualidade e que sirva de modelo para sociedades tão heterogêneas e ricas como é nosso país.

Um comentário:

Anônimo disse...

Como é possível fazer educação quando em universidade publica há mais marginal do que docente, pois: o movimento estudantil petista quando soube que o ex-reitor da UFPA Alex tinha recebido uma verba extra polpuda e que iria fazer alojamento estudantil no campus do guamá, invadiram o seu gabinete e exigiram que fosse auditório de luxo, como de fato aconteceu, posto que, alojamento serviria mais para acoitar vagabundo e trazer para Belém gente de Ipixuna, por exemplo, para concorrer com os filhos desses. Ainda essa semana na UFPA encontrei um bando de petista fazendo campanha para que uma professora doutora pela França fosse eleita para um cargo, porquanto, se eleita, não ministraria mais aula. Ao indagá-los esses disseram que o bom é ter professor o mais imprestável possível e seria um luxo gastar gente tão bem qualificada com um bando de imprestáveis. Além disso, o docente que não fizer isso vai morrer de fome.