sábado, 27 de agosto de 2011

“Minha Casa, Minha Vida 2” atenderá indígenas, quilombolas e pescadores


O deputado Miriquinho Batista (PT-PA) elogiou em pronunciamento no plenário esta semana a implementação pelo governo Dilma do programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida 2", lançado este ano com a meta de entregar 2 milhões de moradias populares até 2014, o dobro da meta da primeira etapa do programa.
"A conquista da casa própria é um sonho que vai se tornar realidade para que brasileiros e brasileiras possam viver com mais dignidade", disse.
O parlamentar petista ressaltou que, atendendo reivindicação dos movimentos sociais do campo, a Caixa Econômica Federal adequou o crédito facilitado para atender a realidade de várias populações, como indígenas, extrativistas, quilombolas, pescadores artesanais e agricultores familiares, que ganham até R$ 10 mil por ano.
No campo, destacou Miriquinho Batista, é difícil contratar empresas porque as casas são feitas a quilômetros uma das outras, e os métodos de trabalho são diferentes dos verificados nas cidades. "Em vez de empreiteiras, a Caixa vai ter de se relacionar com o público por meio de contratos coletivos com entidades civis, prefeituras e governos estaduais para projetos de quatro a 50 famílias cada", explicou.
O deputado também esclareceu que a entidade poderá ser uma cooperativa de produção ou associação de moradores e precisa ter capacidade de tocar a obra e de contratar os profissionais necessários. As casas construídas terão padrão mínimo, com garantia de acesso à água de boa qualidade e a tratamento de esgoto.
"Nos próximos quatro anos, serão liberados R$ 2 bilhões do Orçamento da União e do FGTS para a construção de 60 mil casas que vão beneficiar exatamente essas populações que ganham até R$ 10 mil. Então, quero parabenizar o governo Dilma pela importância desse programa, principalmente para essa população mais carente", finalizou Miriquinho Batista.
Gizele Benitz

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