quinta-feira, 26 de maio de 2011

Aniversário de Ourém neste Domingo.

Parabéns Ourém. e a atração fica por conta dele Super PoP o aguia de fogo. Agitando na Virada de Sábado para Domingo. Galera de Santa Luzia ja se ajeitando pra curtir o aniversário de Ourém.

Terceira edição do Expresso Luziense ja em Santa Luzia


Terceira edição do Jornal expresso 47 ja na cidade.Falando da, Agricultura Familiar no Cardápio das escolas, Resistência quilombola, Historias de personagens luzienses, o amor pelo trabalho do mais novo Juiz de Santa Luzia, E a bela Homenagem ao Ex goleiro do Clube botafogo Carlinhos ''Gasoba''.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Baile das Flores Sucesso Total!

A população de Santa Luzia Curtiu o ''Baile das Flores'' com a Banda Sayonara, que fez um belo show.Tocando musicas do passado que foram sucesso.
''Logo depois Teve uma Mega balda cm Dj Judson, tocando o ritmo que os jovens adoram.''

INTERNACIONAL: Lista fechada e financiamento público funcionam? | Fundação Perseu Abramo - FPA

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ENTREVISTA: Sistema político: que mudanças queremos? | Fundação Perseu Abramo - FPA

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A luta das Mães de Maio: uma lágrima de justiça, não de vingança - Portal Vermelho

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Saiba o que vai mudar com a reforma política - Portal Vermelho

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Dilma libera recursos e destaca papel estratégico dos municípios - Portal Vermelho

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domingo, 15 de maio de 2011

15 de maio: Dia do Assistente Social

O Assistente social é o profissional que tem em mente o bem-estar coletivo e a integração do indivíduo na sociedade. Sua atuação é muito ampla: o assistente social estará onde for necessário, orientando, planejando e promovendo uma vida mais saudável - em todos os sentidos.
Mesmo quando atende a um indivíduo, o assistente social está trabalhando com um grupo social, pois entende que esta pessoa está inserida em um contexto no qual não se pode dissociar o individual do coletivo.
 
Esta "mãozinha" do assistente social é fundamental. Utilizando uma metáfora popular, podemos dizer que este profissional não é aquele que doa um peixe, mas o que ensina a pescar. É preciso diferenciar assistência de assistencialismo.
Em uma comunidade, por exemplo, o assistente social pode atuar incentivando a tomada de consciência dos integrantes. Isto significa ajudá-los a perceber sua capacidade de expansão e crescimento, para que aprendam a satisfazer suas necessidades e utilizar melhor seus próprios recursos.
No setor público, que emprega a maioria desses profissionais - 80% da categoria -, ele desenvolve campanhas de saúde, educação e recreação. Em grandes empresas privadas, por sua vez, pode prestar assessoria na área de recursos humanos.
Em uma penitenciária, por exemplo, ou em abrigos de menores, o assistente social desenvolve um trabalho de reintegração social. A idéia é fazer com que esses indivíduos marginalizados sintam-se parte da sociedade, eliminando ou reduzindo o sentimento de exclusão.

Postado por: Edson Martins - Secretário Municipal de Obras.

sábado, 14 de maio de 2011

XVI FESTIVAL DA CANÇÃO EM MARABÁ


A Prefeitura Municipal de Marabá (PMM) por meio da Secretaria Municipal de Cultura (SECULT), vem por meio deste, solicitar a vossa parceria no sentido de:

Contribuir na divulgação - junto aos artistas e músicos de seus respectivos municípios e estados, sobre a realização da XVI Edição do Festival da Canção em Marabá (FECAM). Pela grandeza do FECAM não podemos deixar de fora tantos artistas que contribuem para o cenário musical riquíssimo desse Brasil. Com uma longa trajetória histórica de festivais, a cidade de Marabá se destaca entre tantas potencialidades existentes, como no campo da música e da cultura. A SECULT apresenta a todos, agora em 2011 - nos dias 29, 30 e 31 de Julho - mais uma edição de um dos melhores festivais de música do país. Venha você também vibrar com esse momento!!!

Acompanhe abaixo as principais informações do festival:
- Regulamento, Ficha de Inscrição e Cartaz (Divulgação) estão em anexo a este documento.

Período de Inscrições - As inscrições serão realizadas no período de 05 de maio de 2011 a 18 de junho de 2011, diretamente na Secretaria Municipal de Cultura, sito no Ginásio Renato Veloso, Folha 16, Qd. 40, Lote Especial, Bairro Nova Marabá, CEP 68.511-340 – Marabá – Pará.



Ficha de Inscrição - A ficha de inscrição do XVI Festival da Canção em Marabá, estará disponível no site do Prefeitura Municipal de Marabá em www.maraba.pa.gov.br e na própria Secretaria Municipal de Cultura conforme o endereço supramencionado. Os concorrentes que optarem em utilizar a ficha de inscrição disponível na página da internet, deverão imprimi-la, preenchê-la e enviá-la para o endereço acima citado no período de inscrição.



REGRAS GERAIS


I - Cada autor poderá inscrever até duas 02 (duas) músicas inéditas para concorrer ao XVI FECAM 2011;


II - É obrigatório o envio da partitura da música impressa com harmonia e melodia. As partituras poderão também ser feitas em PDF.


III - É obrigatório o uso da Banda Base do Festival, doravante denominada: “Banda Fecam”. Caso haja necessidade de um outro instrumento que não faça parte da composição da banda, este deverá ser declarado na ficha de inscrição e será de inteira responsabilidade do concorrente;



Outras Informações Importantes - Ao preencher a ficha de inscrição o concorrente deverá remeter junto com ela: 08 (oito) cópias da letra da música sendo 01 (uma) cópia autenticada em cartório comprovando a autoria da obra e as outras 07 (sete) com a letra da música sem o nome do autor; 02 (duas) cópias impressas da partitura da música, sendo uma cópia autenticada em cartório comprovando a autoria da obra; um CD com a gravação da música, obrigatoriamente, com voz e violão ou voz e piano (teclado) com boa qualidade de áudio.



Premiação - A premiação do XVI FECAM 2011 segue a seguinte ordem e valores:


1º Lugar – R$ 16.000,00 - impostos

2º Lugar – R$ 8.000,00 - impostos

3º Lugar – R$ 4.000,00 - impostos

4º Lugar – R$ 2.000,00 - impostos

Melhor Letra – R$ 1.499,00

Melhor Arranjo – R$ 1.499,00

Melhor Interprete – R$ 1.499,00

Melhor Música por Aclamação Popular – R$ 1.000,00

Melhor Música Marabaense – R$ 1.000,00,

Melhor Interprete Marabaense – R$ 1.000,00



OBS: As músicas classificadas de Marabá e cidades próximas receberão ajuda de custo de R$ 200,00. As músicas classificadas do Estado do Pará receberão R$500,00 e as músicas classificadas de fora do Estado receberão R$700,00. As músicas premiadas assim citadas: Melhor música de Marabá, 1º; 2º; 3º e 4º lugar receberão a premiação já descontados: 1- ajuda de custo. 2- imposto de renda. O segundo escalão de premiação estará livre de descontos.


Solicitamos acusar o recebimento.

Melquiades Justiniano da Silva

Secretario Municipal de Cultura

Secretaria Municipal de Cultura de Marabá

Organização do XVI FECAM

quinta-feira, 12 de maio de 2011

OS PERIGO DA DIVISÃO TERRITORIAL DO PARÁ

Divisão do Pará retalhará o Estado por vantagens políticas e financeiras, diz deputado
Por trás do discurso “nobre” sobre o assunto, se escondem intenções funestas

O deputado Valdir Ganzer (PT) postou ontem (10), em seu blog, (http://valdirganzer.blogspot.com), uma mensagem falando sobre o plebiscito que tratará da divisão do estado do Pará em três.

Na postagem, o deputado esclarece que por trás do “nobre discurso” que motiva a divisão, se escondem interesses escusos que devem ser conhecidos pela população, para que os paraenses levem a sério a questão do plebiscito.

Confira o post na íntegra:

O Estado do Pará tem uma longa e sangrenta história de luta pela hegemonia de seu território e de sua gente. O movimento libertário da Cabanagem, promovido por intelectuais, religiosos e principalmente por ribeirinhos, terminou em profunda tragédia esmagada pelas forças governamentais de então.

Essa história deveria ser resgatada agora em toda a sua profundidade para ilustrar e servir de exemplo a algumas autoridades que, olhando somente pra o próprio umbigo, querem retalhar o Estado com o único propósito de amealhar vantagens políticas e ou financeiras.

Já não é de hoje que o Congresso Nacional analisa a divisão do Pará, mas nunca a realização do plebiscito esteve tão próxima de acontecer. A Câmara dos Deputados até já aprovou o esboço dos dois novos estados, Tapajós, com 27 municípios e quase 1,5 milhões de habitantes e Carajás, com 39 municípios e 1,6 milhões de habitantes. As cidades cogitadas para ser as novas capitais, todos sabem, Marabá, no sul e Santarém no oeste.

A perda de território seria de 75% sendo que o estado do Tapajós herdaria 58% da área atual paraense.

Ao Pará caberia uma população muito maior que as duas somadas que chegaria a perto de 5 milhões de habitantes com os maiores municípios em termos populacionais como Belém, Ananindeua, Marituba, Castanhal, Capanema e Bragança dentre outros.

Os ardorosos defensores da divisão argumentam que o Estado é gigantesco, ingovernável, com diferentes realidades e citam exemplos de alguns estados que se dividiram e desenvolveram. Pura balela. Por trás desse discurso “nobre” se escondem intenções funestas.

A grandeza de nosso território é interligada por centenas de rios, de afluentes e pequenos igarapés onde há milhares de anos as embarcações levam e trazem pessoas e as riquezas aqui produzidas. O minério de Carajás é transportado por rodovias e rios que cortam todo o Estado mas é no porto de Barcarena que ele finalmente é embarcado pra o exterior e futuramente teremos o porto de Espadarte, em Curuçá, para dar vazão ao crescente mercado mineral.

Quase todo combustível que a VALE necessita virá do biocombustivel produzido com dendê plantado na região nordeste e com a previsão da PETROBRÁS em perfurar poços de petróleo na costa paraense, brevemente o Para poderá receber muitos recursos de royalties além de ampliar sua exportação de commodities ou até ver implantado uma refinaria de petróleo.

Na Calha Norte, todos os municípios têm acesso à capital através do rio Amazonas e brevemente teremos asfaltadas as rodovias federais Transamazônica e a Cuiabá/Santarém interligando o centro norte através de Marabá pelo sul e Novo Progresso em direção ao Mato Grosso.

Ora, foi preciso o governo Lula e agora a presidente Dilma investirem tanto em infraestrutura como as eclusas de Tucuruí, os linhões de energia firme, o programa Luz para Todos que já atingiu quase todo o Estado, a implantação de projetos de verticalização do minério com a indústria de lâminas de aço, o asfaltamento de dezenas de rodovias importantes em todas as regiões para agora sermos retalhados como porco em matadouro?

Parte da população que vai votar a favor da emancipação de suas regiões sequer parou para avaliar os resultados dessa decisão. Para ilustrar, lembro da velha história de duas meninas que brigavam por uma boneca de pano. Tanto puxaram, tanto fizeram, que findaram arrancando as pernas, os braços e a cabeça da pobre boneca e não tiveram mais com o que brincar.

A população paraense deve ficar atenta e se informar porque o plebiscito, se confirmado, de forma alguma pode ser encarado como uma brincadeira de crianças.
Por Redação ANN e assessoria do deputado Valdir Ganzer em 11/05/2011

domingo, 8 de maio de 2011

FELIZ DIA DAS MÃES













O QUE DIZER DA PESSOA MAIS IMPORTANTE DAS NOSSAS VIDAS ,AFINAL E GRAÇAS A ELA QUE EXISTIMOS ,PESSOA MARAVILHOSA CAPAZ DE NOS CATIVAR COM APENAS UM SORRISO,FICA SEMPRE AO NOSSO LADO NOS MOMENTOS DIFICES,NOS DA FORÇA PARA LEVANTAR QUANDO CAIMOS,NOS COMPREENDE QUANDO O MUNDO PARECE NÃO NOS ENTENDER,E TEM SEMPRE UMA PALAVRA AMIGA PARA NOS CONSOLAR,NOS ENSINOU OS PRIMEIROS PASSOS ,AS PRIMEIRAS PALAVRAS ,ESTA SEMPRE AO NOSSO LADO PARTICIPANDO DAS ALEGRIAS E TRISTEZAS,PARABENS A TODAS VOCÊS MÃES DO BRASIL.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

05 de maio: Dia das Comunicações

 No dia 05 de maio é comemorado o dia das comunicações, data de nascimento de Marechal Rondon, responsável pela instalação de mais de dois mil quilômetros de linhas telegráficas em nosso país.
Comunicar é o ato de trocar conhecimentos, divulgar uma ideia, notícia ou informação, tornando outras pessoas cientes de um determinado assunto.
Para que aconteça a comunicação, é preciso que existam três elementos essenciais: um emissor, um receptor e a mensagem a ser transmitida. Durante a conversa as pessoas trocam os papéis, passam de emissores para receptores o tempo todo.
Um dos elementos principais para a comunicação foi a invenção de Gran Bell, o telefone. Antes dele, as pessoas enviavam mensagens através de cartas ou de mensageiros, essas demoravam muito para chegar.
Os avanços tecnológicos facilitaram muito a vida moderna e têm auxiliado na transmissão das informações, onde as mesmas acontecem de forma mais rápida e eficiente. Hoje em dia, além da comunicação pessoal, podemos nos comunicar por bip, celular, pager, e-mail, recursos de comunicação eletrônica. Os sites de conversas possibilitam que as pessoas se comuniquem de qualquer lugar do mundo, no mesmo momento. Não podemos esquecer a importância dos jornais e revistas, que também levam informação às pessoas.
Mas não é só dessa forma que acontece a comunicação. Ao assistirmos televisão ou filme no cinema, estamos como receptores de informações. Os panfletos entregues nas ruas e os outdoors espalhados pelas cidades também trazem informações, deixando-nos na qualidade de receptores.
Existem ainda as formas de comunicação especiais, para pessoas que não podem fazê-las na forma mais convencional, através da fala, da leitura ou da escrita. A linguagem para os deficientes auditivos (surdos/mudos) é chamada de libras e é feita através de sinais com as mãos. Os deficientes visuais se comunicam normalmente através da fala, porém para a leitura, utilizam a comunicação em braile, identificando códigos em alto relevo, através das mãos.
Nas famílias, a comunicação acontece de forma simples, não informal, os costumes e tradições são passados de geração a geração, mantendo e preservando a cultura da família por longos anos.
Antigamente a comunicação era mais contida, os pais conversavam pouco com os filhos, mas hoje isso mudou muito, pois conseguem manter um relacionamento mais aberto, mais amigável.
Nos órgãos do poder executivo do governo brasileiro, existe um ministério responsável por essa área, o Ministério das Comunicações, onde o presidente da república escolhe uma pessoa, de sua confiança, como ministro, sendo o responsável pela área. Os principais objetivos desse órgão são: “proporcionar à sociedade Brasileira acesso democrático e universal aos serviços de telecomunicações, radiodifusão e postais, privilegiando a redução das desigualdades sociais e regionais, o desenvolvimento industrial-tecnológico competitivo, a expansão do mercado de consumo de massa e a gestão sustentada do meio ambiente.”

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Festa automotiva do Beleza Pura.

votação da PEC sobre expropriação de terras na ALEPA

O Estado do Pará, expoente nacional em produção mineral e na pecuária, também é conhecido por causas menos nobres: somos o estado que mais registros apresenta de denúncias de trabalho escravo.
A dificuldade de fiscalização, dada a grande extensão territorial e falta de recursos e pessoal, somada à impunidade e penas brandas e sanções i...rrisórias a que os infratores são prestados a pagar, fazem com que esse crime hediondo ainda seja prática recorrente no estado.
Entendendo que se faz necessária e urgente a coibição e extinção do trabalho escravo no Estado do Pará, apresentei em 2007, um Projeto de Emenda Constitucional-PEC que prevê a expropriação de terras em que se verifique a ocorrência de trabalho escravo.
A PEC estará em votação nesta quarta-feira, 04 de maio, a partir das 09 h, na Plenário Newton Miranda, na Assembleia Legislativa do Estado do Pará. A presença de todos é de extrema importância, para que os parlamentares sintam a importância da PEC para a sociedade e votem favoravelmente.
Contamos com o apoio de todos.
Seção Ordinária e votação da PEC sobre expropriação de terras em que se verifique a ocorrência de trabalho escravo
DATA: 04 de maio de 2011
LOCAL: Plenário Newton Miranda, Assembleia Legislativa do Estado do Pará
HORA: 09 h
DEPUTADA BERNADETE TEN CATEN / PT - PARÁ.

Foto de Bin Laden morto é falsa, diz imprensa internacional.

Após o anúncio oficial do presidente norte-americano, Barack Obama, sobre a morte do terrorista mais procurado do mundo, Osama Bin Laden, a imprensa internacional divulgou uma foto do suposto cadáver do líder da Al Qaeda. Entretanto, a foto não passava de uma montagem feita no Photoshop.
A fotografia de um homem barbado com a cara ferida teria sido disponibilizada pelo exército do Paquistão, segundo o canal local Geo TV, primeiro a divulgar a imagem. Entretanto, alguns minutos depois, sites e jornais que também haviam publicado a imagem retiraram a foto do ar, questionando sua autenticidade.
A manipulação da imagem foi feita com a junção de duas fotos, uma bastante conhecida de Bin Laden tirada em 1998 e outra de um homem com o rosto ferido. Na foto, o líder da Al Qaeda aparecia com uma barba negra e espessa e uma quantidade menor de cabelo branco da que havia mostrado o mais recente vídeo do terrorista ainda em vida, o que provocou desconfiança. Para passar impressão de agressão, havia marcas de sangue na testa e têmporas de Bin Laden. Foram feitas correções na barba e no lábio do suposto cadáver. O olho direito estava fechado, mas o branco do olho esquerdo era visível.
O jornal espanhol El Mundo mostrou como teria sido feita a manipulação.
A montagem foi denunciada pelos sites dos jornais The Guardian e El Mundo. Mais tarde, o diretor do canal Geo TV, Rana Jawad, confirmou que a foto foi manipulada e que ela já havia circulado na internet em 2009. "Fomos checar e descobrimos que ela era falsa, então retiramos imediatamente do ar", disse.

HISTÓRIA DO 1o. DE MAIO

1º de maio: a história do feriado que nasceu com greve nos EUA e se espalhou pelo mundo
No Pará, os trabalhadores tem desafios além dos empregos e salários


Consolidação das Leis do Trabalho garantiu o direito a férias e aposentadoria no governo de Getúlio Vargas
A história do feriado de feriado de 1º de meio, hoje, tem início com uma greve deflagrada em Chicago, nos EUA, no dia 1º de maio de 1886.

Indústrias da Europa e dos Estados Unidos no final do século 18 e durante o século 19 pagavam baixos salários e provocavam a deterioração da saúde física e mental dos trabalhadores com jornadas de trabalho que chegavam a 17 horas diárias. Não havia férias, descanso semanal e aposentadoria.

Greves explodiam por todo o mundo industrializado. Em Chicago os trabalhadores eram liderados por duas importantes organizações que dirigiam as manifestações em todo o país: a AFL - Federação Americana de Trabalho e a Knights of Labor - Cavaleiros do Trabalho.

No dia 3, permanecendo a greve iniciada havia dois dias, a policia disparou contra um grupo de operários diante da fábrica McCormick Harvester, matando 6 e ferindo 50. Centenas foram presos.

Dia 4, ao final de uma manifestação, um grupo de policiais atacou os manifestantes, espancando-os e pisoteando-os. Centenas de pessoas morreram.

Foram levados a julgamento os líderes do movimento, August Spies, Sam Fieldem, Oscar Neeb, Adolph Fischer, Michel Shwab, Louis Lingg e Georg Engel. A sentença foi lida dia 9 de outubro - Engel, Fischer, Lingg, Spies foram condenados à morte na forca; Fieldem e Schwab, à prisão perpétua, e Neeb, a 15 anos de prisão.

Quase seis anos depois dessa “batalha” em Chicago, no Congresso da Segunda Internacional em Bruxelas, de 16 a 23 de setembro de 1891, foi aprovada resolução que tornava o 1º de maio um dia comemorativo de trabalhadores no mundo todo, durante o qual eles deveriam manifestar suas reivindicações.

Comemorações

No Brasil, a primeira celebração da data de que se tem registro ocorreu em Santos, em 1895, por iniciativa do Centro Socialista, mas a data só foi consolidada em 1925, quando o presidente Artur Bernardes baixou um decreto instituindo o 1º de maio como feriado nacional.

No governo de Getúlio Vargas 1º de maio era a data em que eram anunciadas as principais leis e iniciativas que atendiam a reivindicações dos trabalhadores, com instituição e, depois, o reajuste anual do salário mínimo; redução de jornada de trabalho para 8 horas; criação do Ministério do Trabalho; promoção de uma política conjunta dos sindicatos ao Estado; regulamentação do trabalho da mulher e do menor; promulgação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), garantindo o direito a férias e aposentadoria.

A Constituição de 1988 instituiu as férias remuneradas, o 13º salário, multa de 40% do saldo do FGTS por rompimento de contrato de trabalho, licença maternidade.

As primeiras comemorações do Dia do Trabalho nos Estados Unidos eram celebradas pelos sindicatos trabalhistas e apesar de existirem certas especulações sobre quem teria sido o idealizador, a maioria dos historiadores credita a Peter McGuire, secretário geral da Fraternidade dos Carpinteiros e Marceneiros e co-fundador da Federação Americana do Trabalho, a idéia original de um dia dedicado a que os trabalhadores mostrassem sua solidariedade.

O presidente Grover Cleveland assinou uma lei que designava a primeira segunda-feira do mês de setembro como o Feriado Nacional do Dia do Trabalho. Esse fato é interessante, pois Cleveland não era um defensor dos sindicatos trabalhistas.

Na verdade, ele estava tentando reparar alguns danos políticos que sofrera anteriormente, ao enviar tropas federais para acabar com uma greve da American Railway Union (Sindicato das Ferrovias dos EUA) na Pullman Co., em Chicago, Illinois. Essa ação resultou na morte de 34 trabalhadores.

1º de Maio: desafios além dos empregos e salários no Pará

A consistente expansão do mercado de trabalho, com aumento contínuo da oferta de empregos, faz deste 1º de maio, o Dia do Trabalho, uma data especial para o trabalhador paraense. E não só pelo aumento de oportunidades, mas também, para diferentes categorias, pela elevação real dos salários, algo impensável no Brasil até bem pouco tempo atrás.

No tocante ao crescimento da oferta de empregos, basta dizer que somente nos três primeiros meses do ano o Pará registra um saldo positivo de 5.445 novos postos de trabalho. Há, pois, motivos para comemorar.

Os paraenses não podem, porém, se deixar inebriar pelas aparentes facilidades do momento e nem tampouco se acomodar, na equivocada suposição de que as gotas da fortuna, tanto quanto a água da chuva, tende a cair do céu.

As federações patronais, as representações de trabalhadores, as empresas especializadas em seleção e recrutamento de recursos humanos e os órgãos técnicos de pesquisa são unânimes em apontar as deficiências crônicas de qualificação da mão de obra local como sendo, talvez, o maior desafio a ser superado pelos paraenses no decorrer da próxima década.

A economista Lúcia Cristina de Andrade, assessora econômica da Federação do Comércio, por exemplo, adverte que a mudança no perfil da qualificação exigida aos trabalhadores é uma tendência irreversível. Ele destaca que é perceptível, com maior intensidade no cenário nacional, mas também no comércio do Pará, algumas alterações de métodos e processos que se refletem diretamente no comportamento do mercado de trabalho.

Cristina Andrade cita, entre outros exemplos, o uso de equipamentos de informática, como softwares e leitores ópticos, a expansão do uso de meios eletrônicos de pagamento, o aumento de produtividade e melhorias no controle de estoque, no abastecimento das áreas de vendas e na preservação de capital de giro.

Também é preciso considerar, afirma a assessora econômica da Fecomércio, o aumento da interação empresa-cliente, os canais alternativos de venda, a intensificação do comércio eletrônico e a ampliação das empresas formais nos setores de comércio e serviços.

“Essas mudanças e tendências nas formas de atuação e nos instrumentos de operacionalização do comércio e serviços resultam na crescente demanda por mão de obra qualificada”, afirma Cristina Andrade.

Ela observa que, dos 5.445 postos de trabalho gerados no Pará entre janeiro e março, nada menos que 5.046 tiveram origem no setor terciário. Dada a importância do setor para a expansão do mercado de trabalho, e tendo em vista as mudanças nas formas de comercialização e prestação de serviços, cabe também às empresas do setor, conforme frisou, contribuir para a qualificação de sua mão de obra.

Grande desafio é qualificação de mão de obra para já

O presidente da Federação dos Trabalhadores da Indústria do Pará, José Jacy Aires, considera que o trabalhador paraense se vê hoje diante daquele que é talvez o maior desafio de toda a sua história: obter qualificação suficiente, e em tempo hábil, para se credenciar aos empregos que estão surgindo. “A verdade é que falta ainda qualidade à nossa mão de obra. Nós temos ofertas de trabalho, mas não temos trabalhadores para assumir as vagas existentes”, diz ele.

Para o presidente da Fetipa, as diversas instâncias de governo, as empresas e as instituições de ensino precisam unir forças no Pará e desenvolver um trabalho sério voltado para a qualificação da mão de obra. “Este vai ser o nosso próximo e grande desafio”, diz José Jacy, acrescentando que a federação já elaborou um projeto para a qualificação de trabalhadores para ser levado como sugestão ao governador Simão Jatene.

Segundo ele, o que tem sido feito nessa área é insuficiente para atender às necessidades do mercado de trabalho. Advertiu que, em face dos maciços investimentos projetados para o Estado do Pará nos próximos cinco anos, alimentando a perspectiva de vertiginoso crescimento da oferta de empregos, os paraenses precisam se qualificar com urgência para não desperdiçar as oportunidades.

“Se nós não agirmos logo, vamos perder os melhores empregos para profissionais de outros Estados. Nesse caso, os paraenses terão que se contentar com as vagas de baixa qualificação, que também pagam os menores salários”, acrescentou.

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, o Dieese, confirma os bons indicadores do mercado formal de trabalho no Pará e projeta também um crescimento muito forte das oportunidades de empregos no Estado em futuro próximo. Para o Dieese, porém, esse cenário favorável não resulta tão somente de um momento circunstancialmente bom da economia brasileira – ou, no nosso caso específico, da economia paraense.

Para o supervisor técnico do Dieese no Pará, economista Roberto Sena, a luta iniciada pelos operários americanos em 1886 e que depois se espalharia pelo mundo, despertando a consciência dos trabalhadores para a defesa da classe operária, chegou ao Brasil no início do século 20 e aqui fincou raízes, ajudando a mudar a realidade econômica, social e política do país.

Inclusive, lembra Roberto Sena, pelas greves históricas, desencadeadas durante o regime militar por algumas categorias de grande peso no meio operário, como os petroleiros, os bancários, os metalúrgicos, os portuários e os trabalhadores da cana no Nordeste, entre outros. A violenta repressão que se abateu na época sobre o país, segundo Roberto Sena, provocou um relativo arrefecimento nas lutas e na mobilização dos movimentos operários.

De qualquer forma, segundo o supervisor técnico do Dieese, esses movimentos não somente contribuíram para ampliar na época os ganhos salariais dos trabalhadores como foram vitais para garantir a sobrevivência da capacidade de organização e reivindicação populares.

Foi essa vitalidade no meio operário, conforme frisou Roberto Sena, que lançou as bases da sólida representação dos trabalhadores brasileiros que hoje, através dos sindicatos, das centrais e das federações, começa a colher os resultados, com mais empregos e melhores salários.

Fiepa aposta em alta nos empregos

Representante do Pará e da região Norte no Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, órgão de assessoramento da Presidência da República, o empresário José Conrado Azevedo Santos diz que o setor industrial do Pará vê hoje sob uma perspectiva muito favorável o futuro da economia paraense.

Presidente da Federação das Indústrias e nesta condição o dirigente máximo do Sistema Fiepa no Estado, José Conrado ampara sua análise em fatores econômicos e também políticos.

No plano estadual, ele disse que o resultado de uma pesquisa recente apontou uma condição muito confortável do governo Simão Jatene no quesito credibilidade. “Os dados são muito bons, excelentes”, afirmou o presidente da Fiepa, mostrando-se confiante na retomada dos investimentos pelo governo do Estado e na consequente ampliação das oportunidades de emprego.

Na avaliação de José Conrado Azevedo Santos, o mercado de trabalho, pelo menos no setor industrial, passa hoje por um período de estabilidade no Pará. A sua expectativa, porém, é de que haverá um crescimento acentuado da demanda já no decorrer dos próximos seis meses, quando novos projetos estarão se instalando em território paraense.

“Pelas nossas projeções, deverá ocorrer um aumento muito forte do nível de emprego nos próximos meses”, acrescentou.

Ele se mostra também muito confiante com o cenário que se desenha para a economia brasileira no plano nacional. José Conrado demonstra estar positivamente impressionado com a postura que adotaram a presidente Dilma Rousseff e os ministros de Estado na reunião do CNDES, realizada em Brasília na última terça-feira.

A presidente da República, segundo ele, foi enfática e demonstrou extrema convicção nas suas repetidas declarações de que o governo será rigoroso na adoção de medidas para manter sob controle a inflação.

Mais que isso, conforme frisou o presidente da Fiepa, a presidente Dilma Rousseff e seus ministros afirmaram reiteradamente, na reunião, que o governo não vai recuar do seu plano de investimentos.

Essa posição do governo, na avaliação de José Conrado, cria um ambiente saudável para os investimentos privados, já que os investidores passam a ter confiança nas ações do governo e se sentem estimulados a manter e ampliar os seus planos de investimentos.

Invisíveis, eles querem mais respeito

Eles fazem tarefas essencias para a rotina de uma grande cidade, mas são tratados como se não existissem: e esse dia a dia resulta em dor.

A invisibilidade que Antônio e Jedelías se queixam está relacionada diretamente com a profissão que exercem. Por ser um trabalho que lida com serviços gerais sem a necessidade de alto grau de escolaridade para ser exercido, o ofício de gari, em geral, é rejeitado por alguns segmentos da sociedade.

Segundo a cientista social Andréa Bittencourt, a invisibilidade social em decorrência da profissão exercida tem uma explicação histórica. “Vivemos em uma sociedade hierárquica, que ainda alimenta aquela postura do ‘Você sabe com quem está falando?’. E esta sociedade nega trabalhadores que trabalham com serviços gerais, por considerá-los menores e não merecedores de respeito”, afirma.

“As pessoas não enxergam nem a importância do trabalho desempenhado por estas pessoas, nem o ser humano que há embaixo do uniforme. E são ofícios tão importantes. O que seria de nós se não existissem os garis?”, questiona.

Mas não são apenas os garis que sofrem com esta invisibilidade. Garçons, zeladores, domésticas, serventes, seguranças e coveiros são apenas algumas das profissões consideradas invisíveis.

José Maria Leite que o diga. Ele exerce o ofício de coveiro há 37 anos e afirma que algumas pessoas têm medo e escrúpulos com esta profissão. “Já aconteceu de após eu fazer um sepultamento os parentes do falecido não estenderem a mão pra mim, achando que eu iria infectá-los”, conta. “Certa vez, uma senhora falou na minha frente que preferia que a filha dela ficasse com um coveiro do que com o atual namorado”, lamenta.

O porteiro Paulo Diego, 28, diz que às vezes se sente invisível no ambiente de trabalho, mas que tenta tirar de letra estes constrangimentos. “Vez ou outra acontece de eu estar aqui na portaria e dar bom dia ou boa tarde e as pessoas não responderem, mas eu procuro relevar”, desabafa.

Mas, apesar dos constrangimentos, todos esses trabalhadores são unânimes ao dizer que não trocariam as suas profissões. “Amo o meu trabalho. Ser coveiro é um trabalho difícil, que exige cuidado e sensibilidade”, argumenta José Maria.

“O trabalho de gari não é diferente dos outros. É um trabalho importante para a população e devemos ser respeitados”, diz o gari Edmilson Quaresma. Paulo Diego finaliza: “Gosto da minha profissão, As pessoas deveriam ter mais paciência. Estou aqui fazendo o meu trabalho”.

CONSEQUÊNCIAS

Para a Psicóloga Flávia Lemos, a profissão desqualificada pela sociedade é colada à pessoa que a realiza, ocasionando uma dupla discriminação, que traz sérias consequências para o indivíduo. “A invisibilidade social gera consequências subjetivas que variam de acordo com situações e histórias de vida de cada indivíduo. Mas, em geral, a falta de acolhimento para com estas pessoas pode gerar dor e sofrimento e até a desfiliação social”, alega.

Para a psicóloga, são importantes as políticas de proteção social para a atenuação destes processos discriminatórios.

“O tema é merecedor de análises pelos gestores de políticas públicas. A criação de políticas de proteção e inclusão social é determinante para a mudança deste quadro”, afirma.
Por Redação ANN, UOL e Diário do Pará em 01/05/2011