sexta-feira, 23 de julho de 2010

Serra Assume estar cercado pela fina flor da pilantragem.


O candidato do PSDB à presidência da república, Zé Chirico, resolveu abrir seu coração de pedra e revelar o apreço que tem pelos seus correligionários e apoiadores. Em um raro arroubo de franqueza – talvez provocado pela ingestão de acarajés-da-verdade – , o tucano proferiu a frase acima, que acabou estampada no site de seu próprio partido, com muito orgulho, com muito amor (clique sobre a imagem para ampliá-la).

De nossa parte, jamais tivemos dúvidas acerca da índole das companhias de José Serra, a começar por seu dileto amigo de fé, irmão-camarada, o atual secretário-lobista da Educação de São Paulo. Tem também o Preciado, o Arruda, o Agripino, o Maia pai, o Maia Filho, o coronel Guerra, o Otavinho…
De fato, nesse quesito Serra nem precisa disputar o torneio para vencê-lo de forma acachapante e irretorquível.

(O que desconhecíamos é que Zé Chirico tenha usurpado a candidatura de Dilma Rousseff, como se nota pela assinatura da proverbial sentença.)

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