quinta-feira, 22 de julho de 2010

Marina Ajuda José Serra...

A mídia se empenha em valorizar a candidatura da ex-ministra na tentativa de provocar o 2˚ turno.
A imprensa tenta oxigenar a candidatura de Marina Silva (PV), que patina em torno de 10% em todas as pesquisas mais recentes de intenção de voto.
Cresce a convicção, no meio político, de que, sem ela no páreo, Dilma Rousseff (PT) poderia ganhar a eleição presidencial de José Serra (PSDB) ainda no primeiro turno.
O interesse da mídia pela candidatura de Marina sustenta a confiança nessa convicção. Não se pode acreditar que os jornais, tomados pela fé democrática, ajam somente para estimular a competição eleitoral.
Nas circunstâncias atuais, não há dúvida: o eleitor de Marina dará um voto para Serra. É um efeito colateral dessa decisão, um antídoto contra Dilma.
Mas, seja como for, a democracia exige respeito à escolha do eleitor. Cada um vota como quer. É preciso, no entanto, conhecer os efeitos políticos do voto.
Marina pode vir a ser um obstáculo para Dilma e, em consequência, linha auxiliar – involuntária, admita-se – de Serra. Neste momento, ela se coloca exatamente entre os dois: critica Dilma acidamente e, suavemente, critica Serra. Nessa posição pode ser facilmente triturada ao longo dos debates polarizados.
Em 2006, embora não houvesse o viés plebiscitário de agora, a disputa foi para o segundo turno em razão da dispersão do voto progressista: Heloísa Helena (PSOL) obteve 6,85% e Cristovam Buarque (PDT), 2,64%. Ambos partidariamente à esquerda do espectro político. Faltaram a Lula, que buscava a reeleição, um pouco mais de 1 milhão de votos para ganhar no primeiro turno. Isso, porcentualmente, significou 1,39% dos votos válidos. A história eleitoral brasileira tem exemplos parecidos, que favorecem a vitória de candidatos conservadores.
(…)
A polarização hoje tende a ser maior e pode desidratar os votos que estão à margem do confronto PT versus PSDB. Além de Marina, há dez outros postulantes que, somados, não alcançarão mais do que 3% dos votos. É o cálculo que fazem os institutos de pesquisa. Se o percentual de Marina não minguar, haverá segundo turno.
Esse viés plebiscitário que Lula sempre buscou e que a oposição sempre temeu deve estimular o eleitor, em outubro, a evitar a cabine eleitoral pela segunda vez.
Mesmo sem o uso de uma bola de cristal é possível prever a volta da campanha pelo voto útil, estimulada pelos petistas. CartaCapital n˚ 601 - Coluna Rosa dos Ventos – por Maurício Dias. Enviado pelo Correspondente do Blog da Dilma em São Paulo, Júlio Amorim.

Um comentário:

Anônimo disse...

ESSA NOTA VAI PARA EDNALDO CONSELHEIRO.
Cara naõ da para entender o porque você está fugindo do seu amor sua mulher,pois sabemos e temos certeza que ama ela,no dia do aniversário dela você chorava e dizia para seus amigos que a Eliselia é seu amor é sua vida,e falava você com o coração com intensidade de quem ama,e o por que está distante de quem ama,está fugindo de seus sentimentos,seja homem e assuma que ela é sua esposa e sua vida,todos nos luziense torcemos por VOCÊS,deixa essa moça ser feliz com outro alguem e em outro lugar por que aqui tu so vai ser feliz com a Elizelia,nos conhecemos sua historia de vida ao lado dela e sabemos que não acabou,não demora não deixe de lutar por ela não deixe ficar tarde ainda está em tempo,nunca é tarde para recomeçar um grande amor.Ednaldo somos amigos de quem ama e da união,por isso incirtimos em ve-los juntos,sua historia com a Eli não terminou possa ser que agora é que vai começar,está nas suas mãos.por que a nossa parte nos ja fizemos,só falta você e ela .