quarta-feira, 2 de junho de 2010

Classe trabalhadora não quer a volta do atraso.


A classe trabalhadora brasileira viveu ontem, 01/06, um dos dias mais importantes de sua história. O palco foi o Estádio do Pacaembu, em São Paulo, da segunda edição da Conclat, iniciativa resgatada pela central sindical, CTB, em seu Congresso de Fundação, em dezembro de 2007,e agora concretizada por milhares de trabalhadores e trabalhadoras de todo o país.
Unidas, CTB, Força Sindical, Nova Central, CGTB e CUT demonstraram para a sociedade brasileira a capacidade de articulação das centrais sindicais do Brasil, ao organizar um evento da magnitude e importância da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora.
A partir desse espírito unitário foi possível aprovar, em uma grande Assembleia, a Agenda da Classe Trabalhadora, com vistas a um projeto nacional de desenvolvimento com soberania e valorização do trabalho nos seis principais pontos:
1. Crescimento com Distribuição de Renda e Mercado Interno forte;
2. Valorização do Trabalho Decente com Igualdade e Inclusão Social;
3. Estado como Promotor do Desenvolvimento Socioeconômico e Ambiental;
4. Democracia com Efetiva Participação Popular;
5. Soberania e Integração Internacional;
6. Direitos Sindicais e Negociação Coletiva.
As entidades que representam a classe trabalhadora de todo os país sabem e sentiram na pele o que foram os anos de FHC, a alta taxa de desemprego, a falta de diálogo com os trabalhadores, desrespeito aos direitos e as negociações salariais, e não querem ver esse filme de novo com José Serra.
O conteúdo das propostas indica que a imensa maioria do sindicalismo nacional se posiciona contra o retrocesso neoliberal dos governos "demotucanos" e em defesa da continuidade e aprofundamento das mudanças progressistas inauguradas com o governo do presidente Lula.

Um comentário:

assessor da alepa disse...

BELÉM, PA – Projeto de Emenda Constitucional nº 09/2007, de autoria da deputada Bernadete Ten Caten (PT), altera o artigo 241 da Constituição do Estado do Pará, para determinar a expropriação das terras nas quais se constatar a prática de trabalho escravo e cultivo de plantas psicotrópicas. O relator da matéria, deputado Luís Cunha, líder do PDT na Assembléia Legislativa, entregou parecer favorável em 11 de setembro de 2007 à Comissão de Constituição e Justiça. No entanto, quando o projeto foi incluído na pauta de votação, recebeu pedido de vista do deputado Adamor Aires (PR), que apresentou voto contrário.Taí o grande trabalho do dep de voces.